março 29, 2010

Vertigem

Deixo que o óbvio me
acerte,
deixo que o mundano me
derrube,
é a fúria do dia-a-dia que
me atinge
racha o mundo ao meio e
me baixa sobre a fenda,
à verdade que solta nuvens
de ira e tonteiras,
à força, eu me redimo
à fúria, ao meio-dia.





ao vazio, ou ao(s) leitor(es)

bom! pela primeira vez, vo comentar algo que nao seja texto, sem acento mesmo, e tudo errado, pq bem parece isso aqui uma conversa com um aquario de peixes ¬¬
comecei por uns poemas estranhos, misturando novos com velhos e um de ultima hora, esses ultimos 3, não sao os melhores, e também, nao esperava que fossem mesmo...acho que foi só pra começar a começar a pegar o jeito disso de blog e etc.
esse aki em cima, é tentando colocar em palavras as artes dos outros, ou o resultados delas em mim e para mim
a arte em questao é a exposição vertigem, dOs gemeos, ou Os gemeos vertigem, não sei bem...
pra quem ta em brasilia, ateh dia 16 de maio, vale muito a pena (fica a dica de quem seguiu uma dica)
em diante, nao sei oq postarei nesse hobbie meio estranho à mim
mas espere(m) mais textos errados, e enganos, e também alguma coisa boa ou outra, embora nao seja a minha intenção sempre.
inté.

Um comentário:

  1. achei lindo esse! :)

    afinal, você capturou a cólera no mundo deles de casas de gente.. hausha :D legal isso.
    um beijo!

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se for se calar,
cale-se em protesto